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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Nossa Senhora de Lourdes

Em 11 de fevereiro de 1858, na vila francesa de Lourdes, às margens do rio Gave, Nossa Mãe, Santa Maria manifestou de maneira direta e próxima seu profundo amor para conosco, aparecendo-se a uma menina de 14 anos, chamada Bernadete (Bernardita) Soubirous.
A história da aparição começa quando Bernadete, que nasceu em 7 de janeiro de 1844, saiu, junto com duas amigas, em busca de lenha na Pedra de Masabielle. Para isso, tinha que atravessar um pequeno rio, mas como Bernadete sofria de asma, não podia entrar na água fria, e as águas daquele riacho estavam muitas geladas. Por isso ela ficou de um lado do rio, enquanto as duas companheiras iam buscar a lenha.
Foi nesse momento, que Bernadete experimenta o encontro com Nossa Mãe, experiência que marcaria sua vida, “senti um forte vento que me obrigou a levantar a cabeça. Voltei a olhar e vi que os ramos de espinhos que rodeavam a gruta da pedra de Masabielle estavam se mexendo. Nesse momento apareceu na gruta uma belíssima Senhora, tão formosa, que ao vê-la uma vez, dá vontade de morrer, tal o desejo de voltar a vê-la”.
“Ela vinha toda vestida de branco, com um cinto azul, um rosário entre seus dedos e uma rosa dourada em cada pé. Saudou-me inclinando a cabeça. Eu, achando que estava sonhando, esfreguei os olhos; mas levantando a vista vi novamente a bela Senhora que me sorria e me pedia que me aproximasse. Ms eu não me atrevia. Não que tivesse medo, porque quando alguém tem medo foge, e eu teria ficado alí olhando-a toda a vida. Então tive a idéia de rezar e tirei o rosário. Ajoelhei-me. Vi que a Senhora se persignava ao mesmo tempo em que eu. Enquanto ia passando as contas ela escutava as Ave-marias sem dizer nada, mas passando também por suas mãos as contas do rosário. E quando eu dizia o Glória ao Pai, Ela o dizia também, inclinando um pouco a cabeça. Terminando o rosário, sorriu para mim outra vez e retrocedendo para as sombras da grupa, desapareceu”.
Em poucos dias, a Virgem volta a aparecer a Bernadete na mesma gruta. Entretanto, quando sua mãe soube disso não gostou, porque pensava que sua filha estava inventando histórias -embora a verdade é que Bernadete não dizia mentiras-, ao mesmo tempo alguns pensavam que se tratava de uma alma do purgatório, e Bernadete ficou proibida de voltar à gruta Masabielle.
Apesar da proibição, muitos amigos de Bernadete pediam que voltasse à gruta; com isso, sua mãe disse que se consultasse com seu pai. O senhor Soubiruos, depois de pensar e duvidar, permitiu que ela voltassem em 18 de fevereiro.
Desta vez, Bernadete foi acompanha por várias pessoas, que com terços e água benta esperavam esclarecer e confirmar o narrado. Ao chegar todos os presentes começaram a rezar o rosário; é neste momento que Nossa Mãe aparece pela terceira vez. Bernadete narra assim a aparição: “Quando estávamos rezando o terceiro mistério, a mesma Senhora vestida de branco fez-se presente como na vez anterior. Eu exclamei: ‘Aí está’. Mas os demais não a via. Então uma vizinha me deu água benta e eu lancei algumas gotas na visão. A Senhora sorriu e fez o sinal da cruz. Disse-lhe: ‘Se vieres da parte de Deus, aproxima-te’. Ela deu um passo adiante”.
Em seguida, a Virgem disse a Bernadete: “Venha aqui durante quinze dias seguidos”. A menina prometeu que sim e a Senhora expressou-lhe “Eu te prometo que serás muito feliz, não neste mundo, mas no outro”.
Depois deste intenso momento que cobriu a todos os presentes, a notícia das aparições correu por todo o povoado, e muitos iam à gruta crendo no ocorrido embora outros zombassem disso.
Entre os dias 11 de fevereiro e 16 de julho de 1858 houve 18 aparições. Estas se caracterizaram pela sobriedade das palavras da Virgem, e pela aparição de uma fonte de água que brotou inesperadamente junto ao lugar das aparições e que deste então é um lugar de referência de inúmeros milagres constatados por homens de ciência.

A Mensagem da Virgem
A Mensagem que a Santíssima Virgem deu em Lourdes, pode ser resumida nos seguintes pontos:
1.- É um agradecimento do céu pela definição do dogma da Imaculada Conceição, que tinha sido declarado quatro anos antes por Pio IX (1854), ao mesmo tempo que assim apresenta Ela mesma como Mãe e modelo de pureza para o mundo que está necessitado desta virtude.
2.- Derramou inumeráveis graças físicas e espirituais, para que nos convertamos a Cristo em sua Igreja.
3.- É uma exaltação às virtudes da pobreza e humildade aceitas cristanamente, ao escolher a Bernadete como instrumento de sua mensagem.
4.- Uma mensagem importantíssima em Lourdes é o da Cruz. A Santíssima Virgem repete que o importante é ser feliz na outra vida, embora para isso seja preciso aceitar a cruz. “Eu também te prometo fazer-te ditosa, não neste mundo, mas no outro”
5.- Em todas as aparições veio com seu Rosário: A importância de rezá-lo. 6.- Importância da oraçao, da penitência e humildade (beijando o solo como sinal disso); também, uma mensagem de misericórdia infinita para os pecadores e do cuidado com os doentes.
7.- Importância da conversão e a confiança em Deus.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011



O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.

É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.


Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".


O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

28 de OUTUBRO


São Judas Tadeu - Apóstolo


São Judas Tadeu era natural de Caná da Galiléia, na Palestina. Sua família era constituída do pai, Alfeu (ou Cléofas) e a mãe, Maria Cléofas. Eram parentes de Jesus. O pai, Alfeu, era irmão de São José; a mãe, Maria Cléofas, prima irmã de Maria Santíssima. Portanto, Judas Tadeu era primo irmão de Jesus. O irmão de Judas Tadeu, Tiago, chamado o Menor, também foi discípulo de Jesus.

A Bíblia trata pouco de Judas Tadeu. Mas aponta o importante: Judas Tadeu foi escolhido por Jesus, para apóstolo (Mt 10,4). É citado explicitamente nas Escrituras pelo evangelista João (Jo 14,22). Na ceia, Judas Tadeu perguntou a Jesus: "Mestre, por que razão hás de manifestar-te só a nós e não ao mundo?" Jesus lhe respondeu afirmando que teriam manifestação dele todos os que guardassem sua palavra e permanecessem fiéis a seu amor.Após ter recebido o dom do Espírito Santo, Judas Tadeu iniciou sua pregação na Galiléia. Passou para a Samaria e Iduméria e outras populações judaicas. Pelo ano 50, tomou parte no primeiro Concílio, o de Jerusalém. Em seguida, foi evangelizar a Mesopotâmia, Síria, Armênia e Pérsia. Neste país recebeu a companhia de outro apóstolo, Simão. A pregação e o testemunho de Judas Tadeu impressionaram os pagãos que se convertiam. Isto provocou a inveja e fúria contra o apóstolo, que foi trucidado, a golpes de cacetes, lanças e machados. Isso, pelo ano 70. São Judas Tadeu foi mártir, quer dizer: mostrou que sua adesão a Jesus era tal, que testemunhou a fé com a doação da própria vida.

A brevíssima Carta de São Judas, que está na Bíblia, é uma severa advertência contra os falsos mestres e um convite a manter a pureza da fé. Nos versículos 22-23 propõe pontos fundamentais de um programa de vida cristã: fé, oração, auxílio mútuo, confiança na misericórdia de Jesus Cristo.

A imagem de São Judas tem o livro, que é a Palavra que ele pregou e a machadinha, com a qual foi morto. Os restos mortais, após terem sido guardados no Oriente Médio e na França, foram definitivamente transferidos para Roma, na Basílica de São Pedro.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Nossa Senhora Aparecida

Nossa Senhora Aparecida



Nosso dever, hoje, é prestarm devota homenagem a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Desde o descobrimento do Brasil, cultiva-se na América Latina e, sobretudo, em nossa pátria, terna devoção a Nossa Senhora, devoção trazida pelos colonizadores e missionários de Portugal à terra de Santa Maria.

Contudo, Nossa Senhora quis estabelecer, com sinais inconfundíveis, um centro de devoção que fosse um trono de graça. Surgiu então o santuário de Nossa Senhora Aparecida.



Em 1717, três pecadores, Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso, moradores nas margens do rio Paraíba do município de Guaratinguetá, cansados e desanimados por não terem apanhado peixe algum, depois de várias horas de trabalho, já estavam rumando de volta, quando, lançando mais uma vez a rede, retiraram das águas o corpo de uma imagem sem cabeça e, num segundo arremesso, encontraram também a cabeça da imagem de terra cozida. Impressionados pelo vento, experimentaram mais um lance da rede; e naquele momento foi tão abundante a pescaria que encheram as canoas.

A pesca, quase milagrosa, despertou neles grande curiosidade em relação à imagem que limparam com muito cuidado e veri ficaram que se tratava de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, de cor escura. Coloaram-na num oratório de sua pobre morada e diante dela começaram a fazer suas orações diárias. Não tardou a Virgem Santíssima a mostrar por novos sinais que tinha escolhido esta imagem para distribuir favores especiais a seus devotos.

A devoção e a afluência do povo crescia todos os dias e por isso impunha-se a construção duma capela em lugar apropriado a fim de facilitar a devoção dos fiéis. Estava aí o morro dos coqueiros, o mais vistoso de todos os altos que margeiam o Paraíba. Em cima deste morro foi construída a primeira capela em 1745 e foi celebrada a primeira missa. a imagem de Nossa Senhora da Conceição, já então chamada pelo carinhoso nome de Aparecida, estava em seu lugar definitivo, dando origem à cidade do mesmo nome.

As etapas ascensionais que incrementavam a devoção a Nossa Senhora Aparecida são as seguintes:



A primeira capela, várias vezes reformada e aumentada, era pequena demais e foi substituída em 1888 por muito maior e mais artística. Feita a construção material, o bispo diocesano quis prover Padres Redentoristas, que desde o ano 1894 exercem com admirável zelo a direção e assistência espiritual do santuário.




No dia 8 de setembro de 1904, por especial privilégio concedido pelo Santo Padre, procedeu-se à solene coroação da imagem de Nossa Senhora Aparecida, na presençpa de grande número de bispos. Em 1908 o papa elevou o santuário à dignidade de basílica.



Em 1930 o Papa Pio XI, acolhendo favoravelmente o pedido dos bispos do Brasil, proclamou solenemente Nossa Senhora Aparecida padroeira principal de todo o Brasil.



Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, querendo com tal gesto reconhecer a importância do santuário e estimular o culto mariano.



Com o crescimento contínuo das romarias, somando vários milhões de romeiros de cada ano, notou-se que o santuário se tornara demasiadamente pequeno. Desde o ano 1950 pensou-se na construção de um novo e mais majestoso templo mariano. A ciclópica construção com suas dependências durou mais de vinte e cinco anos e, finalmente, foi solenemente consagrada na histórica visita do Papa João Paulo II ao Brasil, no dia 04 de julho 1980. A presença do Papa Mariano, suas marivilhosas exortações, ficaram como um marco indelével na história da devoção a Nossa Senhora Aparecida.















domingo, 25 de setembro de 2011

HISTÓRIA DE SÃO VICENTE DE PAULO


27 de setembro – 
São Vicente de Paulo

                A França no século XVII se elevara à categoria de primeira potência da Europa, impulsionada por um ideal de grandeza nacional, mas devastada pelas guerras e revoluções internas. Apesar de ter sido o século de Luís XIV, o Rei Sol, foi de fato o século das grandes misérias: crianças abandonadas, prostituição, pobreza e ruínas ocasionadas por revoluções e guerras, além da ignorância religiosa das populações rurais e o estado lamentável de boa parte do clero.
                Neste triste quadro da situação social e religiosa da França, Deus suscitou um grande apóstolo, um dos santos mais extraordinariamente fecundos da igreja: São Vicente de Paulo.
                Nasceu de família pobre, em 1581. O pai, observando com satisfação as excelentes qualidades de espírito do filho, fez os maiores sacrifícios para lhe favorecer os estudos eclesiásticos, como era desejo de Vicente.
                Ordenado sacerdote, trabalhou como vigário numa pequena paróquia rural; aí viveu em contato com tantas misérias materiais e morais, que lhe abriram o espírito para sua futura vocação de apóstolo e organizador de grandiosas obras sociais.
                Numa viagem entre Marselha e Narbone, Vicente caiu em poder dos piratas que o venderam como escravo em Túnis, na África. Com grande humildade, o santo aceitou esta provação e sujeitou-se aos pesados trabalhos que lhe impusera. Pela força de sua bondade e oração, conseguiu converter do islamismo ao cristianismo seu próprio patrão que o colocou em liberdade. Dois anos durou seu cativeiro e voltou para sua pátria com ânimo novo para colocar-se à disposição das misérias humanas.
                É difícil sintetizar em poucas linhas a múltipla operosidade de São Vicente. Destaquemos, porém, algumas de suas iniciativas de maior relevância: a evangelização dos colonos, a reforma do clero, as obras assistenciais, a luta contra o jansenismo.
                Pastor sensível aos problemas pastorais, deu-se com empenho à pregação nos meios rurais, onde grassava lamentável a ignorância religiosa. Com um grupo de colaboradores, instituiu a Congregação da Missão ou dos Lazaristas. Estes padres eram obrigados a emitir o voto especial de se consagrarem à evangelização dos pobres. Contudo, além das missões populares, tornaram-se beneméritos por sua obra de direção dos seminários para formação do clero.
                Com Santa Luísa de Marilac, Vicente enfrenta o problema da miséria, fundando a sociedade das Filhas da Caridade, conhecidas popularmente como Irmãs Vicentinas. Com esta instituição, a caridade tão múltipla de São Vicente se tornou organizada. A congregação vicentina dedica-se ao serviço dos abandonos, dos órfãos, dos velhos, dos inválidos, das moças em perigo, dos doentes. Talvez seja esta a instituição cristã dedicada à pura caridade de maoir extensão geográfica e no tempo. As 37 mil Irmãs de Caridade que trabalham hoje em leprosários, orfanatos, hospitais, manicômios, escolas, asilos, etc. continuam a presença de São Vicente até o dia de hoje.
                O livre acesso de São Vicente nos palácios dos grandes foi-lhe de imensa ajuda no seu apostolado. Ele sabia tirar do rico para dar aos pobres, não pela força mas pela persuasão.
                Por fim, não se pode avaliar o empenho de São Vicente em opor um dique à triste corrente espiritual de seu século, o jansenismo, que com seu rigorismo e pessimismo resfriava a espiritualidade católica.
                São Vicente morreu riquíssimo de méritos, no dia 27 de setembro de 1660. Seu nome continua vivo como padroeiro das obras de caridade no mundo inteiro. Foi canonizado pela Igreja, não como simples filantropo mas como um santo que levou a sério a mensagem cristã de que o amor a Deus e ao próximo andam de mãos dadas.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

FOTOS - CATEQUESE CRISTO RESSUSCITADO - SANTA CRUZ

Coroação de Nossa Senhora
 
Catequese Comunidade  
CRISTO RESSUSCITADO - SANTA CRUZ
Maio de 2006






















HISTÓRIA - COMUNIDADE CRISTO RESSUSCITADO


Histórico da Comunidade  

CRISTO RESSUSCITADO- SANTA CRUZ

Por Beatriz


O bairro onde fica situada a comunidade foi criado em 1976, pelos os trabalhadores da Fiat e da empresa de Fundição FMB, estes moradores para poderem ir às missas, tinham que andar cerca de uma hora, para chegarem à Igreja do Petrolândia.
Além da distancia os moradores tinham que enfrentar ainda a falta de infra - estrutura, visto que a região ainda, não possuía asfalto, rede de esgoto e ônibus.
 Assim os moradores, se uniram a começaram a realizar novenas e terços.
Em março de 1980, a Comunidade do Bairro começou a celebrar as primeiras missas que na época eram celebradas nas casas, junto com o Padre Florêncio e o seminarista Emorgenes.
A primeira missa celebrada no Bairro foi na Rua Paraopeba, n.º84 em um domingo às 16 horas, com aproximadamente 120 pessoas.
Depois desta missa Padre Florêncio deixou nas mãos de Dona Maria a responsabilidade de organizar as próximas missas que iriam ocorrer no bairro.
Em agosto de 1980, foi escolhido um local para ter as celebrações em um arrozal, que era debaixo de uma arvore até encontrar um local para ser construída a igreja.
Com a presença do Sr. Joaquim e família juntamente com os padres: Chico, João, Florêncio, Joaquim e o Seminarista Emogenes todos da Paróquia Jesus Operário a qual a comunidade pertencia, conversaram juntamente com a comunidade sobre a construção da Igreja e pensaram em comprar um pedaço do lote do Sr. Joaquim, mas este de coração aberto doou uma parte de seu terreno para a Comunidade.
A Primeira Coordenação foi formada por dona Maria Campos e o Sr. Joaquim Anacleto. O Sr. Arlindo e Tarcísio eram tesoureiros e as secretarias eram Larci e Neli, essa coordenação foi discutindo com a comunidade a compra de mais um pedaço do terreno do Sr. Joaquim ele concordou e vendeu a parte que estava faltando para ser construída a igreja, ocorre que tanto a doação como a compra foram de forma informal, visto que no bairro nenhum dos imóveis tem registro, sendo necessário se proceder à ação de usucapião.
Padre Chico, conversou com Dona Maria que já esta na hora de formar as pastorais.
Dona Maria junto com Padre Chico, formaram as pastorais, catequese ministros da eucaristia e batismo. O catecismo era dado por ensinamentos bíblicos, pois ninguém fazia curso na época.
Nessa época, a dificuldade maior era que a assembléia não aceitava as coordenações pastorais, pois para eles quem tinha o poder de mando e decisão era a coordenação da comunidade.
Outra dificuldade eram as eleições de novos coordenadores, pois as pessoas achavam que era muita responsabilidade e trabalho, mas com a iluminação de Deus foram eleitos ao longo dos anos vários coordenadores sendo entre eles: Sr. José Lourenço, Maria Lourenço, Dona Maria Campos, Rodrigo, Joaquim e Roseli.
A comunidade foi envolvida e a construção da Igreja aconteceu com a ajuda das pessoas em sistema de mutirão nos finais de semana e com todo o material conseguido através de doações.
Em setembro de 1982, foi celebrada a primeira missa na Igreja recém construída, no dia da Exaltação da Santa Cruz, onde Padre Chico deu a benção no local e a imagem de Cristo Crucificado. Após saíram em procissão, neste dia o Padre Chico deu nome a Comunidade de Santa Cruz.
Em 22 de maio de 1984 aconteceu o primeiro casamento na comunidade entre Maria de Lourdes Cezar Morais Rosa e João Carlos Rosa que até hoje moram na Comunidade.
Em 1987, a comunidade passou a pertence à Paróquia Nossa Senhora da Conceição no bairro PTB e passou a ter como Padres Fernando Luiz Mundim e o Padre Sebastião ambos da referida paróquia.
Com o tempo o Padre Fernando Mundim sugeriu que se mudasse o nome da comunidade, visto que achava não ser muito certo e mudou o nome da Comunidade para Cristo Ressuscitado.
As missas eram celebradas sempre com a Exaltação da Santa Cruz, o qual se faz até hoje.
Em 1989 (VERIFICAR DATA), a comunidade passou a pertencer à nova Paróquia criada, sendo esta de São Cristóvão, que teve como pároco o Padre João Geraldo.
Todas as melhorias e benfeitorias feitas na Igreja, bem como todos os trabalhos da igreja sempre foram mantidos em grande parte pela renda das festas. Celebramos todos os anos na páscoa Cristo Ressuscitado com celebração festiva, não sendo possível a novena por ocasião da semana santa, e a festa da comunidade celebrando seu aniversário em setembro com a Exaltação da Santa Cruz.
A Comunidade continua seu caminho sempre com fé em Deus e hoje tem como pároco o Padre Daniel Custodio Antunes.
Por fim cabe ressaltar, que a Comunidade sempre foi a alma do Bairro, sendo tal afirmativa clara quando se pensa que o bairro tem o nome da Comunidade à época de sua formação, ou seja, Jardim Santa Cruz, os lideres comunitários, são também os lideres da Associação de moradores, que por muitos anos foi um único grupo, somente após 1980, houve esta separação.
Em outubro de 2009 foi um período marcante para a comunidade, pois no dia 25 iniciou a reforma no templo com pleno apoio do pároco. Então no dia 26 de março a igreja foi entregue a comunidade totalmente reformada e em dois dias de celebração 26 e 27/03 foi feita a reinauguração do templo, e por esta ocasião valorizando toda a história sendo agora chamada Comunidade Cristo Ressuscitado Santa Cruz.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

FOTOS ANTIGAS - Comunidade Cristo Ressuscitado - Santa Cruz


Fotos de 1982, no início da Comunidade Cristo Ressuscitado - Santa Cruz, Pe. Chico.







segunda-feira, 15 de agosto de 2011

NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO - FOTOS ANTIGAS

 Gente tenho estas fotos e não
sei de quando e de quem são...... 
Vamos descobrir juntos quem está na foto 
e em que ano ela foi tirada????


 Poste lá nos comentários, nesta postagem, para ficar resgitrado. Se você não tiver o cadastro google, poste como anônimo, mas não esqueça de deixar seu nome. Se você está em qualquer foto deste blog e não concorda que foto seja publicada, em vie um email para gisaafonseca@gmail.com.
foto1

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foto5

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foto 7

foto 8


foto 9

Nossa Senhora do Rosário - 2º CASAMENTO

O Segundo csamento ocorreu no dia 21 de julho de 1974 , tendo como noivos  Maria do Carmo e Elvécio.

Temos até a certidão de casamento!!!!!!








segunda-feira, 8 de agosto de 2011

TRINDADE


Nós estamos sempre em mudança para melhor, por isso alteramos o ícone da Santíssima Trindade.

O novo ícone tem todo um estudo e uma história,
não é só um desenho que alguem fez para ser bonito......

Veja!



 

TRINDADE

Este Ícone foi feito no séc. XV, pelo Monge André Rublev da Igreja ortodoxa Russa do Mosteiro de são Sérgio da Santíssima Trindade. Inspiração do ícone já existente da visita dos três anjos à casa de Abraão (Gn 18,1 - 4).
Neste, Rublev expressa a unidade da Trindade, a ponto de confundirmos as personagens, e a primeira vista não sabermos distinguir a pessoa do Pai, do Filho e do Espírito. Antes deste a Trindade era representada, mas não exatamente idêntica, pois o Pai parecia ser mais velho
que o Filho e o Espírito era representado por uma pomba. O ícone é um daqueles que exigem ser contemplados longamente para se poder compreender sua profundidade espiritual e para se poder entender o motivo de seu êxito imediato. Pois apenas um século depois foi declarado modelo da representação da Trindade pelo concílio chamado de “os Cem Capítulos”, celebrado em 1551. Atualmente o original feito por Rublev se encontra na galeria de Triakov.

O PAI

O primeiro Anjo colocado à esquerda representa o Pai, possui um manto de cor indefinida, que é obtido da mistura dos pigmentos da roupa do Filho com a do Espírito. É impossível definir a cor exata, isso representa o mistério em que o Pai está envolto. Por debaixo deste manto tem uma veste azul que representa a sua divindade.
Em cima do Pai, existe uma casa a qual era a tenda de Abraão, mas neste representa a sua sabedoria. Baseado na palavra dos provérbios que diz “a sabedoria edificou uma casa” (provérbios 9,1). Observamos que possui a cabeça ereta e para Ele convergem os olhares e as inclinações, inclusive da montanha e do tronco frondoso.

O FILHO

O anjo do meio representa o Filho, possui a túnica vermelho-purpúrea, que simboliza sua humanidade e por baixo o azul à divindade. Todos os três possuem mas só vemos nitidamente no Filho a estola no ombro representando a realeza. Os três estendem a mão para o cálice no centro em gesto de benção. O cálice possui a cabeça de um cordeiro, é o cálice eucarístico trazendo em si o cordeiro de Deus (Cristo) que tira o pecado do mundo.
Acima deste está o que era o carvalho de mambré, e que aqui simboliza o tronco de Jessé, pelo qual Cristo veio ao mundo.

O ESPÍRITO

O terceiro anjo a direita é o Espírito, possui um manto verde representando a eternidade e também o azul à divindade. A doçura de suas linhas possui algo de materno, é o consolador, o Espírito de amor. Sua postura inclinada da a entender que ele aguarda para ser enviado. Em cima contemplamos a montanha de Deus.
As três personagens seguram bastões longos e vermelhos. Na Antigüidade, o bastão, e posteriormente o cetro, eram símbolo de poder do indivíduo, de sua dignidade e de sua autoridade. O bastão vermelho reserva-se, ademais, aos grandes mestres e a quem se dedicava ao ensino.
Vemos , além disso, que os três estão sentados sobre escabelos, com os pés sobre pedestais de ouro. O trono sobre pedestal indica a diferença entre o mundo terrestre e o mundo celeste e a primazia deste sobre a terra. O fato de que os três se sentem sobre os mesmos tronos quer significar que têm a mesma dignidade.
Os tronos e os pedestais apóiam-se  sobre um fundo verde-esmeralda. Efetivamente, escreve-se no Apocalipse: “Um arco-íris ao redor do trono de aspecto semelhante à esmeralda. Diante do trono como um mar transparente semelhante ao cristal.” (AP 4,3.6).
Também é interessante notar que este possui um movimento circular passando pela cabeça dos três, e o centro deste círculo é a mão do Filho, pelo qual participamos da Trindade.